R$ 10.000 aplicados a 110% do CDI por 2 anos rendem R$ 12.908,37 líquido (IR de 15%). CDI atual em 14,40% ao ano.
Total a investir:
Com aporte mensal, a simulação usa uma aproximação. Em aplicações reais, cada aporte tem prazo e alíquota de IR próprios.
Taxa efetiva:
Equivale a
Taxa efetiva:
Para igualar o CDB pós:
Rendimento fixo de 0,5% ao mês quando a Selic está acima de 8,5% a.a. (regime vigente).
Taxa efetiva:
Ajuste os parâmetros conforme a oferta disponível no momento da simulação. A taxa de custódia B3 (0,20% a.a.) é cobrada sobre todos os títulos do Tesouro Direto.
Rende ~CDI − custódia B3 ( a.a.). IR regressivo.
Taxa de a.a. − custódia B3. IR regressivo.
Juro real + IPCA . IR sobre ganho nominal. Mantido até o vencimento.
Simula manutenção até o vencimento com IPCA constante. Em venda antecipada, o valor pode ser diferente por marcação a mercado.
do CDI − taxa adm. . IR regressivo.
Fundos DI sofrem come-cotas em maio e novembro. Esta simulação simplifica o cálculo para comparação aproximada.
Tesouro Selic: sem isenção de custódia B3 aplicada (simplificação). Todos os resultados são estimativas para comparação — não constituem recomendação de investimento.
Esta simulação considera o CDI de constante durante todo o período. Em CDBs pós-fixados, o rendimento real pode variar se o CDI mudar.
Pontos de equilíbrio entre CDB, pré-fixado e LCI/LCA
Para igualar o pós, o pré precisa de
Para igualar o pré, o % do CDI precisa ser
Pós perde vantagem se o CDI cair abaixo de
LCI/LCA equivalente ao pós-fixado
mínimo para empatar (isento IR)
Valor final líquido para o mesmo investimento inicial
| Prazo | Pós-fixado | Pré-fixado | LCI/LCA | Poupança | IR CDB |
|---|---|---|---|---|---|
LCI/LCA e Poupança isentas de IR para pessoa física. Com aporte mensal, o IR é calculado sobre o ganho total do período (aproximação — cada aporte real tem prazo e alíquota próprios). Para MEI/PJ, consulte seu contador.
Valor líquido mês a mês para cada opção de investimento
IR regressivo aplicado no resgate. LCI/LCA e Poupança são isentos de IR para pessoa física.
Esta ferramenta é para fins comparativos e educacionais. Não constitui recomendação de investimento.
O CDB — Certificado de Depósito Bancário — é um título de renda fixa emitido por bancos para captar dinheiro junto a investidores. Ao comprar um CDB, você está emprestando dinheiro ao banco. Em troca, recebe de volta o valor investido acrescido de juros no vencimento, ou quando resgatar (se for de liquidez diária).
O CDB é garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, o que o torna uma das aplicações mais seguras do mercado para valores dentro desse limite.
O CDB pós-fixado é o tipo mais comum no Brasil. Seu rendimento é expresso como percentual do CDI — por exemplo, 110% do CDI. Isso significa que, se o CDI anual estiver em 14,40%, o CDB renderá 15,84% ao ano (14,40 × 1,10).
Como o CDI acompanha de perto a taxa Selic definida pelo Banco Central, o rendimento do CDB pós-fixado sobe quando os juros sobem e cai quando os juros caem. É uma boa escolha quando se acredita que os juros vão se manter altos ou subir.
A vantagem prática: você não precisa adivinhar o futuro. O pós-fixado "flutua" junto com a economia, o que reduz o risco de perder para a inflação no longo prazo.
No CDB pré-fixado, a taxa é definida no momento da aplicação — por exemplo, 13,5% ao ano — e não muda independentemente do que aconteça com a Selic ou o CDI. Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento.
Essa previsibilidade tem um preço: se os juros caírem após a contratação, você "ganhou" ao travar uma taxa mais alta. Mas se os juros subirem muito, seu CDB pré-fixado pode render menos do que um pós-fixado contratado na mesma época.
O pré-fixado é especialmente indicado quando o mercado espera queda nos juros — como no início de um ciclo de cortes da Selic. Travar uma taxa alta antes da queda garante um rendimento superior ao que estará disponível meses depois.
Todo CDB (pós-fixado ou pré-fixado) está sujeito ao Imposto de Renda sobre o rendimento. A alíquota diminui conforme o prazo da aplicação — por isso se chama IR regressivo:
O IR incide somente sobre o rendimento, não sobre o valor investido. Isso significa que, para um investimento de R$ 10.000 que gerou R$ 1.500 de rendimento bruto, o IR será calculado sobre os R$ 1.500 — e não sobre os R$ 11.500.
Essa estrutura regressiva estimula investimentos de prazo mais longo. Um CDB de 2 anos (acima de 720 dias) paga apenas 15% de IR, enquanto um resgate em 3 meses paga 22,5% — uma diferença significativa no rendimento líquido.
O rendimento bruto é o total de juros gerado pela aplicação antes de qualquer desconto. Já o rendimento líquido é o que fica no seu bolso depois do desconto do IR.
Bancos e corretoras frequentemente divulgam a taxa bruta (ex: 110% do CDI). Mas para comparar investimentos de forma justa — especialmente entre CDB tributado e LCI/LCA isentos — o que importa é sempre o rendimento líquido.
A calculadora acima mostra os dois valores para facilitar essa comparação. Use o prazo real que você pretende manter a aplicação, pois a alíquota de IR muda conforme o tempo.
LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são isentas de IR para pessoas físicas. Por isso, uma LCI de 90% do CDI pode render mais, na prática, do que um CDB de 100% do CDI — porque o CDB paga IR e a LCI não.
A equivalência depende do prazo (que define a alíquota do IR no CDB):
Esses valores são para comparar com um CDB de 100% do CDI. Para outros percentuais, use os campos desta calculadora — o bloco de pontos de equilíbrio mostra exatamente o % do CDI que a LCI/LCA precisa oferecer para empatar com o pós-fixado informado.
A escolha depende principalmente da sua expectativa sobre os juros futuros — e do seu prazo de investimento.
Prefira o pós-fixado se: você não quer se comprometer com um prazo longo, acredita que os juros vão se manter ou subir, ou quer uma reserva de emergência com liquidez diária. O risco é menor porque o rendimento acompanha a economia.
Prefira o pré-fixado se: você tem um objetivo de prazo definido (ex: comprar um carro em 2 anos), acredita que os juros vão cair, e quer travar a taxa atual antes dessa queda. O risco é que, se os juros subirem, você ficará preso a uma taxa abaixo do mercado até o vencimento.
Para descobrir o ponto exato de equilíbrio entre os dois — ou seja, a taxa Selic mínima a partir da qual o pós-fixado perde para o pré — use os campos da calculadora acima. O bloco "Pós perde vantagem se o CDI cair abaixo de X% a.a." responde exatamente essa questão.
CDB pós-fixado rende um percentual do CDI. Um CDB de 110% do CDI paga 10% a mais do que o CDI do período. Como o CDI acompanha a Selic, o rendimento varia quando o Banco Central altera a taxa de juros.
O IR incide apenas sobre o rendimento, não sobre o valor investido, e diminui conforme o prazo aumenta: até 180 dias 22,5%, de 181 a 360 dias 20%, de 361 a 720 dias 17,5% e acima de 720 dias 15%. Por isso investimentos mais longos têm melhor rendimento líquido.
Se você acredita que os juros vão cair, o pré-fixado garante a taxa atual. Se acha que os juros vão subir ou ficar estáveis, o pós-fixado acompanha. Use a calculadora para ver qual rende mais no seu prazo com as taxas disponíveis hoje.
Sim. MEI pode investir como pessoa física (com seu CPF) ou como pessoa jurídica (com seu CNPJ). Investindo como PF, o IR regressivo se aplica normalmente. Investindo como PJ, os rendimentos são tributados pelo regime tributário da empresa. Para reserva de emergência pessoal, invista como PF.
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