Informe sua renda e descubra o valor máximo de carro que cabe no orçamento — com teto de financiamento, parcelas e sugestões de modelos.
Quanto posso comprometer com o carro?
Budget mensal para o carro:
Com % de entrada, você financia em x de
Teto de valor do carro
R$
Perfil — % da renda · entrada % · x a % a.m.
Preços FIPE · entrada % · x a % a.m.
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Some todos os custos mensais do carro — parcela do financiamento, seguro, IPVA, combustível e manutenção — e veja se não ultrapassam o percentual que você decidiu comprometer da renda (10%, 20% ou 30%). A fórmula inversa desta calculadora faz isso automaticamente e entrega o teto de valor do veículo.
A regra mais usada por especialistas em finanças pessoais é de no máximo 20% da renda líquida com todos os custos do carro. Quem ainda está construindo reserva de emergência ou tem outras dívidas deve ficar em 10% (perfil conservador). O perfil agressivo de 30% é possível para rendas mais altas e sem outras parcelas, mas deixa pouca margem para imprevistos.
O mínimo legal para financiamento pode variar, mas a recomendação é dar pelo menos 20% de entrada. Com menos de 20%, as parcelas ficam pesadas, o total de juros pago aumenta muito e há risco de ficar "devendo mais do que o carro vale" nos primeiros anos — o chamado financiamento "subaquático". Quanto maior a entrada, menor o risco e menor o custo total.
Entre 24 e 48 meses é o mais recomendado. Prazos mais longos (60 a 72 meses) reduzem a parcela mensal, mas aumentam significativamente o total de juros pago e o risco de desvalorização do carro superar o saldo devedor. Se a parcela em 48x não cabe no orçamento, é sinal de que o carro está acima do que sua renda comporta no momento.
Os principais custos mensais são: (1) Parcela do financiamento; (2) Seguro — geralmente entre 3% e 5% do valor do carro ao ano, dependendo do modelo e perfil do motorista; (3) IPVA — varia por estado, de 1% (SC e AL) a 4% (SP, RJ, MG, RO) ao ano; (4) Combustível — km/l ÷ km rodados × preço do litro; (5) Manutenção — revisões, pneus, óleo e reparos, em média 1,5% a 2% do valor do carro ao ano.
O combustível tem um custo fixo que não depende do valor do carro — é calculado pela quilometragem e pelo consumo. Para rendas menores, o combustível "consome" uma fração maior do orçamento disponível, sobrando menos para parcelas, seguro e IPVA. Por isso, o teto cai mais rápido do que a proporção da renda. Uma dica: reduzir a quilometragem mensal ou usar um carro mais econômico (maior km/l) aumenta o teto acessível.
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